segunda-feira, 2 de março de 2009

Breves de África (ler mais)

Por Paulo Jorge Gomes
Depois das bombas de ontem, que assassinaram o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, velho rival de "Nino" Vieira, hoje acordei com um vigoroso estrondo de bombas. Vim a saber que seriam provavelmente as que mataram o Presidente da República da Guiné-Bissau. Facto histórico, no mínimo.
À parte deste meu privilégio, ficam porém várias questões: nasce um vazio de poder, deveras tentador, ainda que os militares assegurem não se tratar de um golpe de Estado (com efeito, a maior parte dos problema da Guiné-Bissau resumem-se a questões pessoais); o governo de Carlos Gomes Júnior, com uma maioria qualificada legitimada pelo voto, mantém-se em funções? Não se vê razão em contrário, excepto pela força das armas.
Esperar para ver, eis o mote.

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